12 de ago de 2012

O pai, a mãe e o que mora no meu coração

As pessoas me perguntam muito sobre de onde vem esse meu olhar..


Give me a break gente!

O que fica na memória, e esta, como se sabe guarda as coisas como convém...

O que dizer de mim que nem memória tenho mais?

A verdade depende de quem conta e eu escancaro as minhas aqui.

A gente fica discutindo o sentido da vida e eles lá às gargalhadas? Eu heim! Passo aqui, vamos às gargalhadas, à vida que é difícil e linda! A maior gostosura, vencer-se a si pra deixar o Cristo agir!

Quanto mais serio o assunto, melhor mesmo é que venha embalado na graça- divina! É... Quase sempre é melhor. Quase mas não agora. Peço perdão pra pesar no tema.

De uns tempos pra cá, que uma criatura resolveu fazer auê com a tragédia alheia, e escreveu um livro sobre as atrocidades do século, voltaram a me perguntar sobre coisas que eu não gosto de falar. Não gosto disso, não me diverte, evidentemente. Mas há outros motivos. Essa historia não é só minha.

Meu pai é feliz. Com ele eu aprendi a ter temor à vida. Ao lado dele o tempo é uma alegria. Ele é solto, livre, leve, caladão, hospitaleiro de olhar, vibra e faz vibrar tudo a minha volta. É a pessoa que eu amo mais nesse mundo depois do Lucas. A terceira pessoa que mais amo é a mamãe. Eu quis compreende-la. Quis e consegui. Amo-a intensamente até o fim. Assim será!

O que eu tinha a dizer publicamente sobre essas pessoas disse aqui, e em orações.

Mas o que não foi contado, não esta nos autos da jurisprudência, o que não foi dissecado e mastigado, essa parte da historia é minha.

Mora dentro do meu coração, que sobrevive à nossa vida todo dia.

E aqui ficará. Se nos derem licença

Papai te amo te amo; eu sei que vou te amar por toda minha vidaaaa!

Mãe, você é linda! E eu aprendo todo dia a ser uma mulher aguerrida com você!



Sem mais.

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