11 de jan de 2013

Os varandistas

Ah, que se o amor não é mais como antes, meu bem,
Deve ser do mundo que gira (...) a culpa. Deve ser do tempo que passa e das rugas distantes do rosto, mas vistas,
De longe no fundo da alma;
Do gosto que muda de quando em vez.
Calma! espere por mim (de novo e sempre um carinho se fez).
Não vale a pena sangrar por sangrar, crescer de véspera,
Fugir diante das palmas, lembrar de rolar um pranto, enfim...
Não durma antes de sonhar.





Nenhum comentário: